segunda-feira, 24 de junho de 2013

"Nunca esqueça que um santo é um pecador que persevera"; veja frases famosas de Nelson Mandela

"Nunca esqueça que um santo é um pecador que persevera" (1975)

"Uma boa cabeça e um bom coração são sempre uma formidável combinação" (1976)

"Uma família feliz é um pilar importante para qualquer homem público. Poucas pessoas são tão essenciais ou perigosas para o sucesso ou fracasso de um político como uma boa esposa ou uma namorada" (1979)

"Na história da humanidade ficará para sempre uma mancha quando todos lembrarem que o crime do apartheid realmente aconteceu" (1990)

"Devemos lutar contra as tentativas de dividir o nosso povo em facções étnicas, para converter sua rica variedade em perigo com o qual perfuram os nossos corações" (1991)

"Decidi pegar em armas porque a única opção restante era entregar e submeter à escravidão" (1991)

"É seu dever [jornalistas] examinar a conduta de figuras públicas e expô-la" (1992)

"A ação em massa tem a capacidade de derrubar governos" (1993)

domingo, 23 de junho de 2013

Nelson Mandela quando soube que seria libertado, em 1990, depois de 27 anos preso: "é cedo demais"


"É cedo demais". Foi a resposta ouvida por Frederik de Klerk, o último presidente branco da África do Sul, quando disse a Nelson Mandela que ele seria libertado, há mais de 23 anos.

Klerk ficou perplexo com a frase do líder da luta contra o apartheid e argumentou: "Senhor Mandela, como o pode dizer que é cedo demais? Já está há muito tempo aí dentro. Vamos negociar muitas coisas no futuro, mas sobre a data de libertação, não! No entanto, podemos negociar onde e a que horas o senhor quer ser libertado".

A história foi revelada pelo próprio Klerk, que viria a ser vice-presidente na gestão de Mandela e dividiria o Prêmio Nobel da Paz com ele, no último dia 15 de junho.

Madiba deixou a prisão no dia 11 de fevereiro de 1990, após 27 anos detido. Condenado a prisão perpétua por rebelião, sabotagem, terrorismo e conspiração, Mandela contraiu pneumonia enquanto estava encarcerado. É essa pneumonia que, neste final de semana, deixou o ex-presidente sul-africano em estado crítico aos 94 anos.

domingo, 16 de junho de 2013

sábado, 15 de junho de 2013

Repressão, imagens e redes sociais: a combinação explosiva que fortalece as mobilizações sociais

Muito já foi dito sobre os protestos contra o aumento da passagem em São Paulo – e que se repetem em várias cidades do Brasil – nos últimos dias. Talvez tudo já tenha sido citado pelo menos uma vez por algum militante atuante nas redes sociais ou por algum jornalista no exercício da profissão. Acredito que tenho pouco a agregar sobre o tema, mas o racionamento de caracteres do Twitter não tem permitido que eu me manifeste como gostaria. Por isso, fujo um pouco do tema desse blog para fazer algumas considerações, mesmo usando os mais condenáveis artifícios do texto jornalístico – como esse nariz de cera.

Na segunda-feira, dia 10, quando as manifestações de São Paulo ainda eram apenas obra de um pequeno grupo de vândalos, segundo a grande mídia, assisti em Porto Alegre a uma palestra brilhante do sociólogo espanhol Manuel Castells. Trata-se do principal estudioso sobre essa novidade que são os movimentos sociais que surgem com a ajuda da internet e ganham as ruas.

Tudo começou com os islandeses, revoltados com os efeitos da crise financeira de 2009. Nesse caso, o resultado foi a queda do governo e a elaboração de uma nova Constituição para o país com a ajuda dos mesmos manifestantes, via Twitter e Facebook. Depois apareceram os Indignados na Espanha que exportaram sua revolta para os Estados Unidos, onde nasceu o Occupy. Passaram alguns meses e explodiu a Primavera Árabe, começando pela Tunísia e se alastrando rapidamente. A Síria foi o único país onde o movimento falhou. A influência internacional e a reação violenta do governo contra um movimento que começou (acredite!) pacífico, transformaram a revolta síria em guerra civil. E, como disse Castells, no momento em que o movimento se torna violento, ele morre. Guerra civil e movimentos sociais não podem ocupar o mesmo espaço.


Castells apontou os vários pontos em comum entre todos esses movimentos. Há uma interação entre eles que é obra do mundo conectado no qual vivemos. Mesmo sem abrir um jornal ou sem ligar a TV, é possível saber o que está acontecendo do outro lado do mundo. Por vezes, sem o jornal ou a TV acabamos até sabendo mais.

Entre as várias semelhanças apontadas pelo sociólogo espanhol (que você pode ler aqui, na reportagem que escrevi para o Portal Terra), escolhi três: repressão (o fato), imagens (o registro) e redes sociais (o meio). O que aconteceu em São Paulo coincidentemente na mesma semana que Castells estava no Brasil comprovou todas, mas a força explosiva das imagens indignantes, a revolta causada pela repressão oficial ao movimento e o exaustivo uso das redes sociais para fugir da dependência da mídia tradicional são, para mim, os principais combustíveis do movimento.

Manuel Castells lembra que ainda vivemos na sociedade do medo. Fazer qualquer coisa contra o sistema é perigoso e desafiador. Por isso, na maior parte do tempo, ficamos acomodados. A única coisa que pode fazer com que as pessoas enfrentem esse medo é a revolta. E a revolta é gerada por situações que consideramos injustas, como a repressão, exposta nas imagens das agressões policiais sem justificativa. Se as autoridades quisessem que as manifestações não tomassem essa dimensão, teriam orientado seus agentes de segurança a apenas acompanhá-las. Não foi o que aconteceu. Houve repressão forte, desmedida, injustificável. Aqui cabe aquela metáfora culinária que diz que quando mais você bate, mas o bolo cresce. E é isso.



Na noite de quinta-feira, 13 de junho, a manifestação no centro de São Paulo mal tinha começado e já pipocavam imagens cada vez mais chocantes nas redes sociais. Quando a Polícia Militar passou a agir com violência desmedida contra qualquer um que estivesse à sua frente, as fotos compartilhadas via Twitter e Facebook se tornaram mais alarmantes. As que ilustram essa postagem são as mais fortes: logo abaixo, a repórter do jornal que no mesmo dia publicou um editorial incitando a polícia a retomar a avenida Paulista dos manifestantes apareceu com o olho direito destroçado por uma bala de borracha disparada por algum policial; acima, o casal que um dia antes deve ter comemorado o dia dos namorados é alvo da fúria de um PM sob o olhar atônito de fregueses de um bar ou restaurante; e, lá no topo, o flagrante da agressão gratuita contra um cinegrafista de alguma emissora de televisão. Essas imagens são o que motivaram a revolta cada vez maior que, a princípio, estava na internet ou nas conversas entre grupos de amigos, mas que, na próxima semana, estará nas ruas em manifestações que devem se agigantar.

Particularmente, o termo redes sociais ainda me soa estranho. É algo relativamente novo e, como tudo que é novidade, difícil de ser compreendido. Ao mesmo tempo em que Facebook e Twitter são o lar de piadas e agressões anônimas, também são uma força ainda não compreendida pela mídia tradicional e muito menos pela política e seus atores. Foi nesse ambiente social na internet, onde todo mundo tem voz e vez, que nasceram as mobilizações de São Paulo, da Islândia, da Tunísia, da Turquia, de Porto Alegre etc.

Castells fez questão de ressaltar durante sua fala que as redes sociais não isolam o cidadão, ao contrário do que provavelmente a sua mãe pensa quando manda você sair da frente do computador e “viver um pouco”. Elas reforçam e ampliam a sociabilidade humana de uma forma sem precedentes. Se as nossas mães só podiam organizar protestos pelo voto feminino com suas vizinhas, nós temos a possibilidade de interagir com qualquer pessoa em qualquer lugar do planeta.

Nossos pais e avós merecem todos os méritos por terem participado de grandes mobilizações sociais, como a luta contra a ditadura. Mas eles, a política tradicional e a grande mídia precisam tentar compreender que o mundo mudou e a forma de protestar também. O que não mudou e não mudará – assim espero – é a nossa capacidade de se revoltar e, a partir desse sentimento, exigir mudanças.

"Enquanto tivermos capacidade de indignação e de mobilização, poderemos ir para a prática". Com essa frase, Manuel Castells encerrou sua fala na palestra da última semana em Porto Alegre.

Castells sobre o movimento de São Paulo
Em São Paulo, no preciso momento de sua fala no Teatro Geo (11/06), a avenida Paulista era espaço de tensão entre a polícia militar e os manifestantes contra o aumento das passagens de ônibus. Questionado pelo público sobre o que estava acontecendo na cidade, Manuel Castells respondeu:

"Todos estes movimentos, como todos os movimentos sociais na história, são principalmente emocionais, não são pontualmente indicativos. Em São Paulo, não é sobre o transporte. Em algum momento, há um fato que traz à tona uma indignação maior. Por isso, meu livro se chama REDES de indignação e de esperança. O fato provoca a indignação e, então, ao sentirem a possibilidade de estarem juntos, ao sentirem que muitos que pensam o mesmo fora do quadro institucional, surge a esperança de fazer algo diferente. O quê? Não se sabe, mas seguramente não é o que está aí. Porque, fundamentalmente, os cidadãos do mundo não se sentem representados pelas instituições democráticas. Não é a velha história da democracia real, não. Eles são contra esta precisa prática democrática em que a classe política se apropria da representação, não presta contas em nenhum momento e justifica qualquer coisa em função dos interesses que servem ao Estado e à classe política, ou seja, os interesses econômicos, tecnológicos e culturais. Eles não respeitam os cidadãos. É esta a manifestação. É isso que os cidadãos sentem e pensam: que eles não são respeitados.

Então, quando há qualquer pretexto que possa unir uma reação coletiva, concentram-se todos os demais. É daí que surge a indicação de todos os motivos - o que cada pessoa sente a respeito da forma com que a sociedade em geral, sobretudo representada pelas instituições políticas, trata os cidadãos. Junto a isso, há algo a mais. Quando falo do espaço público, é o espaço em que se reúne o público, claro. Mas, atualmente, esse espaço é o físico, o urbano, e também o da internet, o ciberespaço. É a conjunção de ambos que cria o espaço autônomo. Porém, o espaço físico é extremamente importante, porque a capacidade do contato pessoal na grande metrópole está sendo negada constantemente. Há uma destituição sistemática do espaço público da cidade, que está sendo convertido em espaço comercial. Shopping centers não são espaços públicos, são espaços privados organizando a interação das pessoas em direção a funções comerciais e de consumo. Os cidadãos resistem a isso.

Veja que interessante é o caso da Praça Taksim e do Parque Gezi, em Istambul. Há meses, eles estão protestando contra a destruição do último parque no centro histórico da cidade, onde seria construído um shopping center, um complexo dedicado aos turistas, que nega aos jovens o espaço que poderiam ter para se relacionar com a natureza, para se reunir, para existir como cidadãos. Portanto, é a negação do direito básico à cidade. O direito, como disse Henri Lefebvre, de se reunir e ocupar um espaço sem ter que pagar, sem ter que consumir ou pedir permissão a autoridades. Por isso, tenta-se ultrapassar a lógica da liberdade na internet à liberdade no espaço urbano.

Eu não posso opinar diretamente sobre os movimentos que estão acontecendo neste momento aqui em São Paulo, mas há algumas características de tentar manifestar que a cidade é dos cidadãos. E este é o elemento fundamental em todas as manifestações que eu observei no mundo.

O que muda atualmente é que os cidadãos têm um instrumento próprio de informação, auto-organização e automobilização que não existia. Antes, se estavam descontentes, a única coisa que podiam fazer era ir diretamente para uma manifestação de massa organizada por partidos e sindicatos, que logo negociavam em nome das pessoas. Mas, agora, a capacidade de auto-organização é espontânea. Isso é novo e isso são as redes sociais. E o virtual sempre acaba no espaço público. Essa é a novidade. Sem depender das organizações, a sociedade tem a capacidade de se organizar, debater e intervir no espaço público."

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Equador promove divisão de concessões de rádio e TV entre associações comunitárias, empresas e governos

Será votada na sexta-feira (14/06) na Assembleia Nacional a versão de Rafael Correa da Lei dos Meios criada na Argentina pelo kirchnerismo. A chamada Lei Orgânica da Comunicação do Equador deve ser aprovada, já que o governo tem maioria absoluta no parlamento unicameral.

A principal medida da nova lei é a divisão das concessões de meios de comunicação em partes quase iguais entre associações comunitárias, empresas privadas e o governo. Pelo texto, 34% das frequências de rádio e televisão serão concedidas a meios comunitários, 33% a empresas privadas e 33% aos os governos.

Atualmente, o setor privado controla 85% das emissoras de rádio e 71% das emissoras de televisão do Equador. Opositores de Rafael Correa chamam a medida de “lei mordaça”.

O texto tem mais de 100 artigos que serão votados um por um na Assembleia. Além da divisão das concessões, outra medida que causa polêmica é a proposta de criação de um conselho de regulação dos meios de comunicação.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Seguindo os passos do Uruguai, Equador avalia legalizar drogas para combater narcotráfico

Mujica e Correa
O Equador é o segundo país da América Latina a reconhecer que a estratégia de combate ao narcotráfico criada e exportada à força pelos Estados Unidos (baseada na repressão) não está dando certo. Ricardo Patiño, ministro das Relações Exteriores de Rafael Correa, disse nesta terça-feira (11/06) que a saída pode ser “uma certa despenalização, uma certa legalização” das drogas, assim como Pepe Mujica propõe no Uruguai com a maconha.

Por enquanto, não há nenhuma indicação por parte do Equador de ação concreta nesse sentido. Já no Uruguai, o projeto que legaliza a maconha (principal fonte de receita do narcotráfico) deve ser votado no próximo mês no Senado e na Câmara. Como o governo tem maioria nas duas casas, a proposta deve ser aprovada sem problemas. Pontos de discordância entre os quase 30 partidos que formam a base de Mujica foram acertados em reuniões desde dezembro do ano passado, quando o presidente recuou por causa das divergências internas.


O fato de um segundo país latino-americano reconhecer abertamente que a estratégia da repressão está dando errado é muito significativo e representa, ainda que de forma discreta, uma mudança de rumo no enfrentamento ao narcotráfico. A questão é tão delicada que, mesmo sem propor nada, o chanceler do Equador pisa em ovos ao tocar no assunto. Ele defende “uma certa” legalização ou despenalização das drogas. Não compra a briga, pois sabe que está falando para uma população que, apesar de ter um governo de esquerda há alguns anos, ainda é muito conservadora nessas questões.

É fácil supor que o próximo país a discutir essa questão deve ser a Bolívia. A histórica demanda do presidente Evo Morales de legalizar o uso das folhas de coca, costume tradicional indígena, é o mais forte indicativo que seu país também olha a questão de outra forma. No entanto, neste momento Morales está preocupado com a reeleição e concentra esforços em outra velha reivindicação do país: a briga com Chile para recuperar o acesso ao Pacífico. Ao que parece, esse assunto é mais rentável politicamente tanto para Evo, quando para Sebastián Piñera.

E o Brasil? Questões polêmicas como essa mudança de estratégia no combate ao tráfico de drogas enfrentam resistência até para o debate na nossa classe política, que ainda é quem decide. Basta ver os exemplos que aí estão: o matrimônio igualitário, por exemplo, é um tema que urge em todo o mundo minimamente civilizado e patina no Brasil. Enquanto Argentina e Uruguai já vivem essa realidade de igualdade, por aqui saiu um casamento gay com jeitinho bem brasileiro só porque a sexta economia do mundo não pode ficar pra trás...

Se essa radical mudança de estratégia de combate ao narcotráfico começar a ganhar espaço na América Latina, temos motivos de sobra para acreditar que chegará por último em terras tupiniquins.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Incrível: vídeo mostra OVNI entrando na cratera de vulcão no México

No dia 30 de maio passado, a câmera fixa que a emissora mexicana Televisa mantém mostrando o vulcão Popocatepetl, nos arredores da Cidade do México, gravou uma imagem impressionante. Um objeto luminoso se aproxima do vulcão, dá uma volta e, aparentemente, ingressa na cratera fumegante. Veja o vídeo:

quarta-feira, 5 de junho de 2013

10 coisas que você precisa saber sobre o projeto que vai legalizar a maconha no Uruguai

O partido Frente Amplio deu detalhes sobre a nova versão do projeto que legaliza a maconha no Uruguai. A proposta começará a ser debatida no mês que vem no Congresso uruguaio e deve ser aprovado, já que a base do governo é maioria tanto na Câmara quanto no Senado. 


Veja os principais pontos do projeto:


1) O Uruguai tem cerca de 25 mil consumidores diários de maconha (que chamarei carinhosamente de maconheiros);
2) Outros 75 mil usam irregularmente;
3) Essas pessoas poderão ter acesso à maconha de três formas: plantando, participando de associações para este fim ou comprando do governo;
4) Se optar pelo auto cultivo, cada maconheiro poderá ter até 6 pés de maconha em casa;
5) Se optar por associações, o maconheiro fará parte de uma espécie de clube que será responsável por plantar, produzir e distribuir a maconha entre seus sócios;
6) Se optar por comprar do governo, poderá adquirir o máximo de 40 gramas por mês;
7) O Centro de Farmácias, espécie de farmácia popular do Uruguai, será responsável pela venda da maconha;
8) Em todos os casos, o maconheiro terá que ser registrado no Instituto de Regulação e Controle da Cannabis;
9) Esse organismo será o responsável por dar licenças para essas associações de maconheiros;
10) O projeto também obriga o governo a promover uma campanha de educação e prevenção contra a maconha.

Ex-presidente mexicano Vicente Fox diz que planeja plantar maconha

O ex-presidente do México Vicente Fox (2000-2006) disse que a maconha poderia “gerar uma indústria produtiva” e considerou que é “a única forma de acabar com a violência”. Fox disse que planeja cultivar maconha em sua fazenda em San Cristóbal, na localidade de mesmo nome no estado de Guanajuato, uma vez que isso seja legalmente possível.

“Uma vez que seja legítimo e legal, claro. Eu sou um agricultor, posso fazer isso assim que seja legítimo e legal e seja aprovado como indústria”, disse o ex-presidente. Em julho, a fundação de Fox realizará em sua fazenda um simpósio sobre a legalização da maconha. O evento terá como objetivo explicar os motivos que o levam a crer que a legalização “é o único caminho para tirar o México da violência”.

Vicente Fox lembrou que 40 anos atrás, o presidente dos Estados Unidos Richard Nixon “começou a guerra contra as drogas que foi um fracasso total e absoluto” e afirmou que o mesmo aconteceu com seu sucessor, Felipe Calderón, que lançou uma guerra contra os cartéis. 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Mujica ganha quadro do Papa e brinca: "vou ter que fazer uma casa nova porque não tenho onde pendurá-lo"

Pepe Mujica abortou sua viagem internacional no meio por causa do cansaço. Depois de passar por China, Espanha e Vaticano, Pepe pediu água e volta para o Uruguai. Aos 78 anos, a viagem foi planejada para desgastar o menos possível a saúde do presidente. Uma médica o acompanhou.

Durante a gira, Mujica foi recebido pelo Papa Francisco no Vaticano num encontro cheio de particularidades. Primeiro, que Mujica é ateu e, mesmo assim, em sinal de educação e respeito ao encontrar com o Papa começou a se abaixar para prestar reverência, quando foi interrompido por Jorge Margio Bergoglio, que lhe deu um abraço apertado. Papas não abraçam.
Depois, os dois conversaram por 45 minutos, a mais longa reunião de Francisco com um presidente. Mujica foi pedir ajuda do Papa para mediar a paz na Colômbia.

Quando Pepe apresentava sua comitiva, mais uma situação curiosa. Mujica apresentou sua médica, que apertou a mão do Papa e ouviu um pedido: “cuida bem dele.”

Por fim, a situação engraçada. O Papa presenteou Mujica com um quadro. “Este quadro de uma das fontes do Vaticano, a Fonte de Santa Marta”, explicou Francisco. Mujica, entre risos, respondeu: “Bem... vou ter que fazer uma casa nova porque não tenho onde pendurá-lo.”


Evo Morales: “minha mãe me curava com urina”

Durante a apresentação de um amplo programa de saúde pública, o presidente da Bolívia, Evo Morales, contou que quando era criança sua mãe tratava suas doenças com urina. Ele ainda disse que mesmo que esse assunto seja engraçado para alguns, a prática ainda persiste na área rural boliviana carente de médicos.

“Lembro que minha mãe me curava com urina. E não sei o que tinha na urina, mas me fazia ficar curado. Vejo que isso lamentavelmente segue ocorrendo nas áreas rurais”, disse Morales, o primeiro presidente de origem indígena da Bolívia.


A prática é comum em comunidades indígenas, onde se acredita que compressas de urina aplicadas sobre a região machucada aliviam as dores.

sábado, 1 de junho de 2013

Aos 78 anos, Barbara Eden se veste de Jeannie

Foi uma cena que poucos imaginavam. Aos 78 anos, a atriz americana Barbara Eden voltou a se vestir como a personagem Jeannie, da sitcom “I Dream of Jeannie” (Jeannie é um gênio, no Brasil), com a qual ficou famosa nos anos 60. Foi no evento Life Ball 2013, que arrecada fundos para a luta contra a aids. Eden compartilhou o palco com o ex-presidente Bill Clinton e com o cantor Elton John.